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ABC das Frutíferas, letras G, H & I

Nome popular: Goiaba.
Nome cientifico: (Psidium guajava.
Luminosidade: Pleno sol.
Porte:Até 10 metros de altura.
Frutos: Abril a Junho e Novembro a Fevereiro.

A goiaba pode ser consumida ao natural, mas também é excelente para se preparar doces em pastas, sorvetes, coquetéis e a tão conhecida goiabada. Ao natural contém bastante vitamina C e quantidades razoáveis de vitaminas A e do complexo B, além de sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. De modo geral, não tem muito açúcar e quase nenhuma gordura, sendo indicada para qualquer tipo de dieta e, de preferência, deve ser comida crua, pois é a forma em que conserva todas as suas propiredadees nutritivas, principalmente a vitamina C.

Nome popular: Graviola.
Nome cientifico: Anona muricato L.
Luminosidade: Pleno sol.
Porte: Até 6 metros de altura.
Frutos: De janeiro a Março.

A graviola é uma árvore de pequeno porte (atinge de 4 a 6 metros de altura), originária das Antilhas e encontrada em quase todos os países tropicais, com folhas verdes brilhantes e flores amareladas, grandes e isoladas, que nascem no tronco e nos ramos. Os frutos tem forma ovalada, casca verde-pálida.Contém muitas sementes, pretas, envolvidas por uma polpa branca, de sabor agridoce, muito delicado e semelhante a fruta-do-conde. Dá um suco delicioso e presta-se muito bem ao preparo de sorvetes e compotas. Uma vez madura ou quando sua casca se rompe, a graviola é fruta que se decompõe com bastante rapidez. Por esse motivo, é mais comum que ela seja comercializada na forma de polpa congelada, que deve ser processada quase imediatamente após o seu amadurecimento.

Nome popular: Gabiroba.
Nome cientifico: Campomanesia xanthocarpa Berg.
Luminosidade: Pleno sol.
Porte: Até 15 metros de altura.
Frutos: De Dezembro a Maio.

Árvore que pode atingir até 15 metros de altura, tronco ereto rajado de branco, com copa densa formada por folhas que exalam aroma característico.
Flores pequenas creme-esbranquiçadas.
Fonte alimentar para aves, peixes e humanos, a gabiroba é uma frutinha arredondada, verde-amarelada, com uma suculenta polpa verde que envolve várias sementes. Frutifica de dezembro a maio, recheando os cerrados de seu adocicado sabor e vitaminas. Nativa dos campos cerrados do Centro-Oeste e Sudeste brasileiros, pertence à família das Mirtáceas e nasce naturalmente em terrenos pobres, não necessitando de muitos cuidados. Seu tronco apresenta um belo aspecto de rajado, pois ao longo do desenvolvimento desprende lascas que lhe conferem exuberantes manchas brancas.O fruto, que constitui o principal recurso oferecido pela planta, pode ser consumido in natura ou utilizado para se fazer doces, sucos e sorvetes, além de servir de matéria-prima para o preparo de um delicioso e bastante apreciado licor.

Nome popular: Guapeva currioloa.
Nome cientifico: Pouteria ramiflora Radlk.
Luminosidade: Pleno sol ou meia sombra.
Porte: Até 6 metros de altura de altura.
Frutos: De Dezembro a Janeiro.

Árvore de até 6 m de altura, tronco com casca de coloração acinzentada. Folhas duras, verdes na face superior e ligeiramente ferrugínea na inferior. Flores pequenas.  Cultivadas apenas em pomares domésticos. Sua propagação é feita por sementes. Curiola é, ao mesmo tempo, designação para frutas e árvore bem conhecidas e freqüentes em quase se todo o território nacional. Originárias do Brasil árvores com esse nome podem ser encontradas desde a Amazônia até a Bahia, seguindo por Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, São Paulo, até chegar ao Paraná.  Planta da mesma família do abiu e de outras sapotas, a curiola ocorre, preferencial mente, perto da água, nas beiras de rios e nas várzeas. Algumas espécies preferem ferem o ambiente da floresta pluvial, nas regiões amazônicas (Pouteria torta); outras preterem o cerrado (Pouteria ramiflora).

Nome popular: Guaraná
Nome cientifico: Paullinia cupana Kunth.
Luminosidade: Pleno sol ou meia sombra.
Porte: Até 8 metros de altura.
Frutos: De Outubro a Dezembro.

Fruto do guaranazeiro, arbusto trepador, Paullinia cupana var. sorbilis , da família das Sapindáceas. Primitivamente existente na Bacia Amazônica, em torno das localidades de Mauás e Parintins, no Estado do Amazonas. O fato de ser conhecida apenas em cultivo, indica ser esta planta uma das muitas do tesouro etnobotânico dos ameríndios que passaram às mãos dos conquistadores brancos. As primeiras notícias sobre o guaraná vieram de viajantes que, em séculos passados, percorrendo o interior do Brasil, tomaram conhecimento de uma pasta, endurecida em bastões pelo calor e pela fumaça, que os habitantes da região dissolviam em água para fazer uma bebida. Era um alimento estimulante imprescindível para os nativos daquela região. Estes recorriam ao guaraná sempre que necessitavam de maior energia para executar trabalhos físicos exaustivos. A ação estimulante do guaraná é devida ao seu conteúdo em cafeína.

 
 
 
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