Nome popular: Jurubeba.
Parte usada: Raízes, folhas e frutos.
Propriedades terapêuticas: Tônica, desobstruente e digestiva.
• Indicações terapêuticas: Doenças do fígado, diabetes, tumores do útero e abdômen, anemias, inflamações do baço, problemas de bexiga, ressaca, entre outros.
• Cuidado: A ingestão de partes da planta tem causado patologias em bovinos. Há perda de equilíbrio e quedas, ficando os animais em decúbito dorsal ou lateral, com tremores musculares. Em geral não ocorre mortalidade diretamente relacionada com o problema, mas com as quedas pode haver fraturas.
Comentário sobre jurubeba
A jurubeba é utilizada internamente como antifebril, em doenças do fígado, em diabetes, em tumores do útero e abdômen, em anemias, inflamações do baço e problemas de bexiga.
Esta espécie é facilmente confundível com outra jurubeba, Solanum fastigiatum. As duas se diferem entre si nos tipos de pêlos das folhas e ramos e na forma dos espinhos, que em S.fastigiatum são retos e em S.paniculatum são curvos e alargados na porção basal.
• Precaução: A utilização de frutos verdes de espécies de Solanum como a jurubeba, deve ser evitada, pois é comum a acumulação de glicoalcalóides capazes de provocar vômitos, diarréia, dores de estômago e cabeça.


Nome popular: Jambolão.
Parte usada; Fruto, folha e semente.
Indicações terapêuticas: Hipoglicemia.
• Origem: Índia.
• Uso medicinal: O chá das folhas e das sementes da espécie também é muito conhecido na medicina popular indiana, principalmente pelos efeitos hipoglicemiantes.
• Uso culinário: A polpa do jambolão também é utilizada na produção de doces e tortas.


Nome popular: Jaborandi.
Parte usada: Folhas ou folíolos.
• Propriedades terapêuticas: Sudorífero, diurético, revitalizante capilar, entre outros.
• Indicações terapêuticas: Afecções bronqueais, reumatismo, glaucoma.
• História: Primitivamente os nativos sul-americanos mastigavam as folhas deste arbusto para aumentar a salivação, o qual chamou atenção dos primeiros conquistadores.
• Efeitos adversos: A pilocarpina pode estimular a musculatura bronquial provocando broncoespasmo, o qual contra-indicaria ser empregado em pacientes asmáticos. Durante o tratamento com esta droga podem aparecer alterações da acomodação ou dor no globo ocular, que cedem em poucos dias. Por último, as doses altas podem provocar depressão.
• Efeitos tóxicos: Desaconselha-se o uso de mióticos como a pilocarpina em aqueles casos em que a contração do íris não esteja recomendada tal como sucede na iritis aguda ou na iridociclitis.
• Curiosidades: Atualmente existe una explosão desmedida desta espécie, sobretudo no norte do Brasil, donde se encontra atualmente em perigo de extinção (Balick M. et al., 1996).